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Opinião |
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Este espaço é dedicado a todos aqueles que desejam mostrar sua opinião sobre música digital em geral na Central MP3. Se quiser comentar algo aqui, entre em contato conosco.
- Nadando contra a maré (por Skilo - Webmaster Br-Rock)
- Deixando os bits e bytes de lado... (por Fabio Bruza)
- O tempo passa... o tempo via... (por Fabio Bruza)
- MP3 não é só pirataria.(por Fabio Bruza)
- MP3, o padrão revolucionário (por Mauricio de Castro)
- Quem ganha com o mp3 ? (por Fabio Bruza)
- Por que não VQF... (por Fabio Bruza)
Após o processo do Metallica contra o Napster, que obrigou este último a banir de seus servidores todos os usuários que tinham músicas da banda à disposição, a infeliz impressão que temos é de que a luta contra a pirataria de músicas em MP3 ainda vai longe.
Músico ligado nas novas tendências é o Lobão. Após ouvir muito sobre o novo CD dele, produção independente, que trás consigo toda uma campanha contra os preços altos nos CDs e contra o jabá (propina) nas rádios, resolvi comprar o CD.
A proposta dele foi de fazer o CD a um preço acessível, pois afirma que o custo de fabricação de um CD é menos de 3R$, incluindo mídia, caixa, encarte e tudo. Sua briga é contra as gravadoras, que segundo ele próprio, estão explorando os artistas e tirando lucros absurdos, enquanto o artista não ganha quase nada por CD vendido.
Quanto a briga contra as gravadoras, ao gravar o CD por conta própria (sem uma gravadora por trás),
Lobão afirma que está ganhando por cópia até dez vezes mais do que ganharia à frente de uma gravadora, assim como toda a equipe envolvida. Sua proposta era de ter disponibilizado o CD por um preço MUITO abaixo do preço de mercado... (No entanto o CD acabou saindo por 15 R$. Pô, Lobão, se é pra atacar as gravadoras e mostrar que os preços delas são abusivos, vc podia ter abaixado ainda mais, né???)Bom, qual não foi minha surpresa ao colocar o CD no meu CD-ROM, e descobrir que dentro do CD havia um legítimo atestado de "se não pode vencê-los, junte-se a eles". Dentro do CD haviam diretórios com todas as músicas em formato MP3, inclusive o arquivo de instalação do WinAmp! E não parou aí, pesquisando melhor ainda achei um vídeo, um WAV demo, várias fotos, um arquivo PDF (Adobe Acrobat)
com uma cópia integral da revista-encarte que veio com o CD (que contém todas as letras), e até (pasmem) um programa de karaokê, com as músicas do CD prontas para o fã se aventurar cantando!
Pasmem mesmo, nas MP3s havia até ID3TAG, tudo prontinho para ser distribuído!Ah, mas que o Lobão é um cara antenado nas novas tendência isso não é novidade pra ninguém,
era só visitar o site dele (http://www.lobao.com.br) para ver que ele não só disponibiliza periodicamente músicas dele em MP3, como ainda é um cara consciente e que está brigando
muito pelo futuro da música nacional.É, artista esperto é isso! Eu, como webmaster de uma página de MP3s nacionais (http://members.xoom.com/br_rock2000), inclusive já recebi até emails do guitarrista de uma banda famosa, cujas músicas estavam no meu site. Imaginem só meu espanto ao ler as palavras dele, dizendo que havia ficado feliz em encontrar as músicas de sua banda no meu site.
Nota dez para o Lobão, não só por estar ligado na tecnologia e por seus ideais de defender o músico nacional, como ainda por ter lançado um ótimo CD, provando que sua música também está se reciclando a cada dia.
O MP3 está aí, e não há volta. Para as gravadoras e os músicos sobreviverem, vão ter que apostar
em novas tendências, e aceitar que é impossível continuar lutando contra a pirataria digital.É, Metallica, remar contra a maré é realmente coisa de quem não consegue enxergar além do próprio umbigo.
skuby <skuby182@musician.org>
http://members.xoom.com/br_rock2000/
Deixando os bits e bytes de lado...
Não cair naquele papo de "não aguento mais baixaria, dor-de-corno e bunda pra todo lado" é uma tarefa complicada quando se fala de música hoje. Quanto falo aos meus amigos que devo ter nascido na época errada eles se divertem. Fico imaginando como foi ter esperado o lançamento de albuns do Led, Purple, Hendrix... ou ainda, para não ficar só no rock, ouvir coisas como a revolução sonora dos Mutantes e Secos & Molhados, passando pela Tropicalia ou a poesia do Taiguara. São tantos bits e bytes para todos os lados que esquecemos do fundamental : a música ! Que adianta ter um aparelho de som de dois mil dólares, home teather, os melhores encoders, players e etc se não temos música ?
Música, segundo nosso amigo Aurélio, é "A arter ou ciência de combinar sons de modo agradável ao ouvido". Eu me atreveria a completar, dizendo que além de agradável ao ouvido, deve ser agradável a alma. Talvez deva-se incluir também, algo do tipo "Arte ou ciência de vender CD's, através da manipulação das massas pela mídia".
Tanto falamos de técnicas, softwares, que o Audiograbber é melhor que o Audiocatalyst que esquecemos de procurar um pouco por novidades, por feeling, pela vontade de dizer "Que Tesão!" após ouvir uma música. Aonde foram parar as baquetas do Bohan ? Aonde foram parar os solos do Blackmore ? A poesia do Taiguara ? Sempre nos empurraram músicas, mas parece que a qualidade vem caindo, e não existe Procom pra isso !
Pessoal, agora nós estamos no comando ! No click do mouse nós decidimos o que ouvir. Somos nós que vamos julgar se uma música é agradável a nossa alma ou não. Pela primeira vez não precisamos ouvir algo na TV ou rádio para depois consumir. Podemos ouvir até bandas de garagem da Russia com alguns poucos clicks (peguei algumas músicas russas esses dias, é uma maravilha !). É preciso ouvir e julgar pela sua cabeça, não pela do presidente da gravadora. Quer começar agora ? Experimente :
www.mp3.com ou Palco Central MP3.
Trilha sonora desse texto : The Rover, do Led Zeppelin.
por Fabio Bruza
webmaster da Central MP3.
O tempo passa... o tempo voa...
"e o nosso mp3 continua numa boa..." Pois é pessoal, após 1 ano e 7 meses ue estamos no ar e ainda não derrubaram o mp3. Nosso mp3 já é um padrão, são milhões de músicas para download, diversos players portáteis (Diamond, LG, Creative, Gradiente, Samsung...) e os artistas se rendendo a esse formato. Parace que a tal "democracia musical" que tanto prepagamos durante nosso tempo online está se consolidando. Sabe quem é o patrocinador da turne da Alanis Morrisete e do Tori Amos ? O site MP3.COM ! Nos servidores internacionais (IRC, Napster) temos notado que as músicas estão com cada vez mais qualidade (160, 192 kb/s), pois a conexão dos "gringos" é veloz, ao contrário da nossa, que ainda é baseada no velho modem. Estamos num caminho sem volta. Podemos nos orgulhar de sermos pioneiros nesta tecnologia. Lembro que no início do mp3 no Brasil, eram apenas 5 páginas listadas no Cade?, hoje são 8334 (contra 20 do WMA) No AltaVista o termo é encontrado em 2.591.910 páginas (contra 25.190 do WMA, sem que contar que isso também é sigla de Air & Waste Management). Um crescimento absurdo do mp3. Pessoal, agora é esperar a industria fonográfica contra atacar. Verificar mais de 2.000.000 de sites ? Hummm... Não seria uma boa... ;-)
por Fabio Bruza
webmaster da Central MP3, em 28/09/1999
O MP3 infelizmente tem se disseminado pela internet e pela imprensa como sendo um meio de piratear músicas. Além deste uso, o MP3 oferece várias vantagens para DJ's, radios e armazenamento de música digital. Não são poucos os e-mail's que recebo de rádios do Brasil inteiro contando que todos seu acervo foi digitalizado e que a programação das rádios são agora totalmente em MP3, excluindo-se o trabalhado do locutor, obviamente. Mas qual é vantagem de se fazer isto ? Simples... Imagine a quantidade de CD's que uma rádio pode ter em seu acervo. Converte-los para o padrão MP3 requer tempo (imagine com o VQF...) ;-) mas depois dessa etapa, todo o acervo pode ser guardado em um HD de 8Gb (como 1 minuto ocupa cerca de 1Mb, são 133 horas ou 5 dias e meio ininterruptos de música), por exemplo, na faixa dos US$300,00. Com um investimento baixíssimo, como dois computadores ligados em rede, uma boa placa de som é possível abandonar as cartucheiras, MD e cd-players. Inclusive a mesa de áudio pode ser deixada de lado. Como fazer ? A princípio, até com o próprio WinAMP é possível fazer mixagens de músicas, executar playlists e porque não colocar nestes playlists os comerciais das rádios ? Algumas empresas já estão desenvolvendo softwares específicos para isto.
Outros usuários que poderiam ter sua vida facilitada com o MP3 são os DJs de festas e casas noturnas. Todos os CDs podem ser digitalizados para o formato MP3, serem armazenados em um notebook e basta conecta-lo ao PA para, literalmente, fazer a festa... Se você é um DJ, conheça o Virtual Turn Tables, vulgo VTT, que tem vários opções para mixagens, equalizador, DSP e ainda faz a contagem de batidas por minuto utilizando a barra de espaços do teclado, para você mixar as músicas na mesma batida, através do recurso de pitch automático do mesmo. Qualquer usuário comum de PC's com uma placa de som pode se sentir um verdadeiro DJ.
Acha pouco ? E as bandas... Podemos gravar CD's de bandas com um guitarrista de Curitiba, um baixista de Manaus, baterista do Rio e vocalista de Brasília. Como ? Quem compõe a música faz a midi da mesma. Cada um em sua cidade grava o áudio em wave , converte para mp3 e manda para alguem que faça a mixagem, para a qual existem vários programas disponíveis gratuitamente na internet, como o Cool Edit por exemplo. É uma atitude meio estranha para os puristas, mas é possível de acontecer. Com a velocidade de navegação crescendo na internet, irão aparecer várias rádios baseadas em MP3 (já existem algumas), em qualquer computador ligado a internet.
Fora estas opções, ainda temos a que julgo a mais importante de todas : não é necessário mais milhões de dólares para se divulgar uma música ! Basta uma página na internet com os arquivos .mp3. Se a música for boa, qualquer um dos milhões de internautas espalhados pelo mundo podem fazer o download.
por Fabio Bruza
webmaster da Central MP3.
Como usuário de computadores há uns bons anos sei o quanto é complicado criar um tipo de arquivo que tenha qualidade e tamanho adequados, pois quando se tem qualidade o tamanho é grande e quando se tem tamanho o problema é a qualidade, sendo o melhor exemplo os arquivos de imagem JPEG.
Há muitos anos (o que em informática quer dizer uns 3 anos) uns dos sistemas de som mais utilizados era o sistema MOD que era parecido com o MID. Tinha a vantagem de ser pequeno, principalmente para os modems de 14400 da época. O sistema MOD trabalhava com instrumentos e era impossível gravar a musica de um CD em MOD, a única alternativa viável na época era o WAV, mas apenas para quem tinha vários HDs pois a taxa de compressão era nula. O padrão MP3 veio suprir este problema.
Como todos sabemos o padrão MP3 é na verdade uma compressão dos arquivos WAV onde a musica é comprimida sem uma grande perda de qualidade. Os defensores do MP3 se baseiam na praticidade do sistema, no tamanho e na qualidade, os que são contra se baseiam no fato de ser fácil de piratear um CD, e enviar pela Internet, mas os usuários devem concordar que é mais simples pegar uma fita cassete e copiar a musica, para o uso pessoal, e no caso da Internet, bastaria um controle maior, ou simplesmente liberar o acesso. Pouquíssimas pessoas deixam de comprar um CD para pega-lo em MP3 pela Internet, outro fator a ser considerado é que não existem mais que 50 milhões de pessoas conectadas à Internet e isso não representa nem 5% da população mundial, isso se todos pegassem MP3, ou seja mesmo que elas deixassem de comprar ainda existiram muitas outras pessoas para comprar os CDs.
As gravadoras ainda poderiam vender MP3 pela Internet e com isso não diminuir e até aumentar os lucros
podendo até vender CDs com os MP3 gravados. Mas será que todo mundo que grava MP3 está pirateando, bem existem pessoas que fazem musica no computador e para elas o MP3 é muito útil pois permite salvar o trabalho em um formato simples e de ótima qualidade. As pessoas que gravam sua própria voz também não estarão indo
contra nenhuma lei e pôr ultimo os amantes da musica clássica, que já se tornou de domínio publico, ao grava-la também não estarão cometendo nenhum crime. Estes argumentos invalidam a idéia de sobretaxar os players de MP3 com a desculpa de pagar os direitos autorais uma questão que é importante pois poderá elevar mais ainda o preço dos players que já são caros. Ainda não existe nenhum sistema melhor que o MP3 para a gravação, os WAVs são enormes, os VQF tem qualidade inferior, os MIDs são extremamente limitados e necessitam de hardware especial (Wave Table), e uma série de outros padrões análogos. E pôr fim, me desculpem os especialistas, mas, mesmo reconhecendo que o ouvido humano é muito sensível, eu pessoalmente acho que: MP3 não tem perda de qualidade sendo assim um padrão praticamente perfeito.por Mauricio de Castro
em 15/12/98
Parece uma guerra... Usuários do VQF adoram combater o .mp3, dizendo que este tem agudos ruins e os arquivos são muito grandes. Mentira. É impossível notar a diferença nos agudos de um CD e de uma música .mp3 bem codificada, seguindos os passos recomendados na Central MP3. Diversos testes foram feitos pelo pessoal da Central MP3 e foi difícil encontrar alguma diferença. Os arquivos .vqf são menores sim, cerca de 20%. Veja nesta página a diferença de qualidade entre .mp3 e vqf.
Oras, mas se é menor, porque continuar usando o .mp3 ? Simples : o VQF é uma espécie de marca registrada da Yamaha, que possui o copyright do mesmo e os direitos autorais do encoder e decoder. O MP3 não. O MP3 não tem dono, pois é uma norma internacional, certificada pelo grupo MPEG ! Qualquer um pode criar seu próprio player ou encoder, bastanto ser um programador e fazer o download das normas disponíveis na internet. Se a Yamanha resolver parar de pesquisar sobre o .vqf, ele cairá no esquecimento, enquanto no .mp3, devido a liberdade de copyright, é constante o aperfeiçoamento dos encoders e players. Imagine na possibilidade da Sony, detentora de diretos autorais de vários artistas, entrar em contato com a Yamaha e pedir para que eles proibam o vqf... É uma questão de lógica. Vide outros formatos que sucumbiram. Quem lembra do .PCX e do .VOC ? Formatos proprietários que simplesmente desapareceram. Outro ponto chave : existem MUITO mais arquivos .mp3 disponíveis na internet do que arquivos .vqf. Não acredita ? Confira aqui... Lembre-se, enquanto apenas a Yamaha trabalha no VQF, centenas de outras empresas trabalham, no MP3.
E para finalizar : muitas pessoas tem escrito que tem convertido arquivos .mp3 para .vqf e que a qualidade tem melhorado. É impossível ! É a mesma coisa que você gravar uma fita cassete de vinil, cheia de chiados e estalos (o que não é o caso do .mp3, isto é só um exemplo) e querer deixa-la com som de CD !!! Não tem como você converter em true color uma imagem preto e branco, a não ser que você "pinte" pedaço por pedaço, o que com certeza deixaria a mesma muito diferente da original !E que venha o .mp4 !!! :-)
por Fabio Bruza, baseado em e-mail de Marcelo "Ayatolá" Domingues.
18/11/98
Diversas discussões a respeito de direitos autorais e futuro desta nova tecnologia já ocorreram em nossa lista de discussão e em e-mail's particulares. Sabemos que a fabricação de um CD custa, para uma gravadora, menos de US$0,50. Somando-se os custos de gravação, divulgação, distribuição e direitos autorais, creio que um CD não custe mais que R$2,00. Nós, probres consumidores, somos obrigados a pagar por volta de R$15,00 um lançamento em CD. Veja o que o vocalista de uma famosa banda de rock nacional que invadiu a praia do .mp3 ;-) contou numa mensagem enviada ao Damned, que é responsável por uma lista de discussão de MP3 :
" Quem ganha mais na venda dos CDs: A gravadora, o artista, a banda,o governo (com os impostos) ou o dono da loja de CD?
O artista ganha cerca de 10% do valor de atacado do CD. A gravadora ganha os outros 90%, embora tenha gastos, mas costuma sair ganhando. Os lojistas também têm gastos, mas tem lojista que chega a vender um CD por quatro vezes o preço de atacado, ou seja, 300% de lucro... Já o governo, ganha sempre, é claro.
Quem ganha o que na venda de discos e na autoria das músicas?
Bem, os supra-citados ganham na venda do CD. A banda ganha pela execução, direitos de venda, os tais 10%. O autor ganha cerca de 70% dos direitos autorais, 30% fica para a Editora. Os direitos autorais são cobrados pelo governo, através do ECAD, cada vez que a música é executada, em shows, rádio, TV ou em qualquer lugar público. Esses direitos são uma mixaria que eu nem sei quanto é por música, mas que é um monte se somados todos os autores, ou seja, o bolo que o ECAD arrecada é legal, mas na hora de distribuir...adivinha?
Quanto levam as gravadoras numa música de sucesso?
Uma baba! Depende muito da vendagem, já que a gravadora só ganha com a vendagem, mas considerando um disco que vendeu 500.000 cópias, tirando gastos com divulgação e produção do disco, podemos considerar cerca de R$800.000,00 a 1.000.000,00 limpos. Falta tirar o imposto, lógico... "
Muitos argumentam que num país pobre como o nosso, o acesso a internet é limitado a um número restrito de pessoas e onde são vendidos 15 milhões de CD's piratas por ano, a preocupação com os .mp3's não é grande e nem pode ser. Enquanto isso nós, meros mortais, estamos livres para fazer o download de diversas músicas espalhadas em todos os cantos do mundo. As gravadoras que encontrem um método para garantir suas vendagens no futuro, como o pessoal do LiquiAudio já faz.
Talvez os artistas independentes possam, quem sabe um dia, lucrar diretamente com suas músicas, vendendo-as diretamente de seus sites. Se um dia isso vier a acontecer, sorte dos artistas independentes que poderão divulgar sua música ao mundo inteiro da mesma maneira que os "grandes" fazem hoje em dia, patrocinados por grandes gravadoras e cadeias de rádio e televisão. Será reconhecido quem fizer música de qualidade e não quem aparecer mais na novela das oito (que insistem em começar as 20:40h).
PS: O parágrafo abaixo foi escrito em junho de 1998... Hoje (novembro de 1998) já são mais de 3 grandes empresas vendendo seu player de MP3.E para finalizar, aparecem no mundo inteiro diversos aparelhos para tocar CD's de MP3. Estranhamente, nenhuma grande empresa (Sony, JVC, Sharp...) fez o seu ainda. Que interesse eles teriam em um aparelho que pode tocar 170 músicas em um único CD se eles podem vender cada CD com 15 músicas separadamente e explorar cada vez mais nossos bolsos ? Só pra se ter uma referência, quando o DVD for mais popular, poderamos ter mais de 11 dias de música ininterruptos (veja bem, dias... não horas nem minutos...) num único DVD-ROM... Isso se até lá ainda não tivermos o prometido mp4.
por Fabio Bruza
webmaster da Central MP3.
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